7 de mai de 2011

O VALE DO AMANHECER


O VALE DO AMANHECER


Uma pequena síntese da história, atividades e localização,
no tempo e no espaço, do movimento doutrinário da
Ordem Espiritualista Cristã, em Brasília, no Vale do Amanhecer.

Elaborado com base no trabalho editado pelo
1º Mestre Sol Tumuchy, Mestre Mário Sassi, em 1979,
com material fotográfico do Adjunto Amayã, Mestre Guilherme Stuckert,
adaptado pelo Trino Regente Triada Tumarã, Mestre José Carlos.


Vale do Amanhecer, Planaltina, DF
JULHO de 2004


PREFÁCIO


Caro Leitor:

         Este folheto se destina a lhe dar uma idéia sucinta do que é o Vale do Amanhecer. Naturalmente, estamos partindo do pressuposto de que você já conhece alguma coisa do Vale ou, pelo menos, esteja familiarizado com idéias doutrinárias fora das religiões tradicionais. Se isso acontecer e, ao mesmo tempo, você não for um adepto praticante de alguma religião, estará classificado, automaticamente, como “espiritualista”.
         O traço comum nessa indefinida classe é a crença na reencarnação ou, no mínimo, a admissão da atividade de espíritos sem corpo físico – os desencarnados. Outros se filiam à classe pelo conhecimento de doutrinas herméticas, das chamadas “ciências ocultas”, ou porque tenham tido alguma experiência com o “sobrenatural”.
         Pode acontecer, também, de você ser um estrangeiro, um “descrente”, um pesquisador, sociólogo ou simples curioso.
         Qualquer que seja a hipótese de sua posição, procuramos dar, neste trabalho, uma idéia a mais completa possível, do que somos e do que fazemos, procurando atender ao máximo o seu interesse e facilitar o eventual aproveitamento do que oferecemos: amparo, esclarecimento, conforto espiritual e a possibilidade de seu encontro consigo, do caminho para seu próprio espírito e para a vida transcendente.
         Isso, livre de qualquer compromisso de sua parte. Nós nada precisamos de você além de sua simpatia e de seu amor. Não fazemos proselitismo, não aceitamos valores materiais e nem mesmo exigimos que nossos freqüentadores se identifiquem.
         Portanto, estamos à mercê de seu julgamento. Deus lhe pague!

Os editores.



O QUE É O VALE DO AMANHECER


Origem atual


            O movimento doutrinário e religioso, conhecido como “Vale do Amanhecer”, tem dois aspectos distintos, duas maneiras de ser visto: a primeira, é em sua origem remota, o caminho percorrido pelos espíritos que o compõem; e a das circunstâncias que presidiram sua formação atual.
         Em primeira instância, trata-se de um grupo de espíritos veteranos deste planeta, todos com 19 ou mais encarnações, juramentados ao Cristo e que se especializaram no trabalho de socorro, em períodos de confusão e insegurança. Tais situações surgem, sempre, no fim dos ciclos civilizatórios, quando a Humanidade passa de uma fase planetária para a seguinte. Esses ciclos, embora variáveis em termos de contagem do tempo, se apresentam à visão intelectual da História como tendo mais ou menos 2.000 anos. A cada dois milênios termina uma etapa e começa outra. Porém, por alguns séculos, as duas fases coexistem. Podemos tomar, como exemplo, o período que antecedeu o nascimento de Jesus e os três ou quatro séculos que se seguiram. Um exame acurado dos acontecimentos históricos registrados explica essa mistura de duas etapas.
         O mesmo está acontecendo em nossa época, desde o Século XVIII, em que o mundo como que explodiu em fantásticas conquistas sócio-econômicas, ao mesmo tempo em que começou a declinar no que poderia se chamar de “humanismo”. Esse fenômeno é particularmente verificável neste início do Século XXI, no qual as conquistas científicas, por exemplo, coexistem com a desvalorização progressiva do ser humano. A característica de nossa civilização atual é de descrença e desesperança nas instituições, nos marcos civilizatórios que regem nossas atitudes.
         Num paradoxo aparente, essa “morte civilizatória” produz na mente do Homem a ansiedade por bases mentais mais firmes, mais calcadas na imortalidade da civilização. A descrença nas instituições regentes leva à busca de instituições mais biológicas, seguras, mais transcendentais. Isso pode ser facilmente percebido pela procura atual de soluções religiosas e de novas formas do encontro com o espírito, na explosão do esoterismo.
         Atender a essa necessidade é exatamente a finalidade e a missão desse grupo de espíritos que aparecem sob a égide do “Vale do Amanhecer”.
         Sua missão é oferecer ao Homem angustiado e inseguro uma explicação de si mesmo e um roteiro para sua vida imediata.
         Para que isso fosse possível, e a missão cumprida com autenticidade, o trabalho não poderia ser feito seguindo-se as tradicionais formas de religiosidade, as “velhas fórmulas” dos documentos escritos, as revelações de iluminados, de profetas, das tradições, das doutrinas secretas e da dogmática de modo geral, empregada na base da fé e do medo.
         O Homem só adquire segurança quando o equacionamento de sua vida se apresenta verificável, para ele individualmente, qualquer que seja sua posição sócio-econômica. Se num primeiro momento as instituições lhe oferecem proteção e segurança, isso logo se desfaz na vivência dentro das mesmas, quando seu próprio juízo entra em contradição com elas. Nesse ponto, ele poderá não se afastar, por medo ou por falta de algo melhor, mas sempre, inevitavelmente, ele viverá em angústia.
         Por esse motivo fundamental, o movimento “Vale do Amanhecer” foi calcado na existência de um espírito clarividente, cujas afirmações e ensinamentos pudessem ser testados e verificados, individualmente, pela experiência de cada participante, sem jamais dar margens a dúvidas ou incertezas.
         Essa é a origem do Vale do Amanhecer, ou seja, a existência da clarividência de Tia Neiva.
         Em 1959, ela era uma cidadã comum, embora com traços de personalidade incomum. Viúva, com quatro filhos, dedicou-se à inédita profissão, para uma mulher, de motorista profissional, dirigindo seu próprio caminhão e competindo com seus outros colegas caminhoneiros. Sem nenhuma tendência religiosa, nunca, até 1959, quando completou 33 anos de idade, revelou propósitos de qualquer liderança.
         A partir daquele ano começaram a suceder, com ela, estranhos fenômenos na área do paranormal, da percepção extrasensorial, para os quais nem a ciência nem a religião locais forneciam explicação. O único amparo razoável foi encontrado na área do espiritismo, uma vez que as manifestações se pareciam com a fenomenologia habitual dessa doutrina.
         Os problemas foram se acentuando contra a sua vontade, e o acanhamento das concepções doutrinárias dos que a cercavam a levaram a uma inevitável solidão. Não havia realmente quem a entendesse, e isso a obrigou à aceitação das manifestações de sua clarividência. Incompreendida pelos Homens, ela teve que se voltar para o que lhe diziam os espíritos. Só neles ela começou a encontrar a coerência necessária para não perder o juízo e ter-se tornado apenas mais uma doida necessitada de ser internada. A partir daí ela deixou de obedecer aos “entendidos” e se tornou dócil às instruções dos seres, invisíveis aos olhos comuns, mas para ela não só visíveis como também audíveis.
         Desde então, ela teve que abandonar parcialmente sua vida profissional e se dedicar à implantação do sistema que hoje se chama Vale do Amanhecer. A primeira fase foi de adaptação e aprendizado, embora, desde o começo, seu fenômeno obrigasse a uma atitude prática de prestação de serviços. Isso garantiu, sempre, a autenticidade da Doutrina do Amanhecer, desde seus primórdios. Tudo o que foi recebido dos planos espirituais se traduziu em aplicações imediatas e foi testado na prática.
         Logo que Neiva dominou a técnica do transporte consciente, isto é, a capacidade de sair do corpo conscientemente, deixá-lo em estado de suspensão, semelhante ao sono natural, e se deslocar em outros planos vibratórios, ela começou seu aprendizado iniciático.
         O transporte é um fenômeno natural – todos os seres humanos o fazem quando dormem – mas o que há de diferente na clarividência de Tia Neiva é o registro claro do que acontecia, durante o fenômeno, na sua consciência normal. Todos nos transportamos durante o sono, mas as coisas que vemos ou fazemos só irão se traduzir na ação em nossas vidas inconscientemente, ou seja, nós não sabemos que fazemos coisas em nossa vida com base nesse fenômeno.
         Nesse período, que durou de 1959 até 1964, ela se deslocava diariamente até o Tibet e lá recebia as instruções iniciáticas de um mestre tibetano. Esse  mestre, desencarnado há poucos anos, chama-se, traduzido em nossa linguagem, HUMAHÃ (Umarrã). Dadas as condições específicas que isso exigia de seu organismo físico, ela contraiu uma deficiência respiratória que, em 1963, a levou quase em estado de coma para um sanatório de tuberculosos, em Belo Horizonte.
         Após três meses, ela teve alta e deu prosseguimento à sua missão, embora portadora de menor área respiratória, que limitou sua vida física até seu desencarne, em novembro de 1985.
         Esse, entretanto, é apenas um aspecto das manifestações de sua clarividência. Ela se transportava para vários planos, tomava conhecimento do passado remoto dela e do grupo espiritual a que pertencia, recebia instruções de Seta Branca e de seus Ministros e as transmitia praticamente para as ações do grupo, que formou uma comunidade na Serra do Ouro, que se chamou “União Espiritualista Seta Branca” (UESB).
        

Na UESB, no plano físico, o que existia era, apenas, um grupo de médiuns atendendo a pessoas doentes e angustiadas, tendo sempre à frente a figura de Tia Neiva. Havia um templo iniciático e algumas construções rústicas, tudo feito em madeira e palha.
         Existia e existem, pois, dois aspectos distintos, que é preciso compreender para explicar o fenômeno “Vale do Amanhecer”: o humano, como grupamento de pessoas dedicadas à assistência espiritual a outras pessoas, mediante as normas trazidas pela Clarividente Neiva do plano espiritual; e essas mesmas normas, que foram constituindo a Doutrina, ou seja, um conjunto doutrinário.
         Na proporção em que o conjunto humano crescia, ele aumentava seu poder de obtenção, controle e manipulação de energias, ou seja, sua força crescia e se ampliava sua base doutrinária. Por isso a Doutrina do Amanhecer apresenta um aspecto dinâmico, de contínuo fazimento, que se adaptava, a cada momento, às necessidades dos seres humanos que são atendidos. Todas as instruções para as atitudes, construções, rituais e planos de trabalho continuaram vindo por intermédio de Tia Neiva.
         Com o desencarne de Tia Neiva, ajustes e correções ficaram sob a responsabilidade do Primeiro Mestre Jaguar, Trino Arakém, Nestor Sabatoviks. O ciclo atual está preste a terminar, o mundo irá passar por grandes transformações, que já se tornam evidentes ao senso comum e, naturalmente, os responsáveis pelo comando da missão do Vale do Amanhecer – Pai Seta Branca e seus Ministros –, já têm planos para pronta aplicação pelo mestrado.

O atual Vale do Amanhecer


            A primeira comunidade funcionou na Serra do Ouro, próximo da cidade de Alexânia, Goiás. De lá mudou-se para Taguatinga, cidade satélite de Brasília, e, em novembro de 1969, foi instalada no atual local, que passou a se chamar Vale do Amanhecer, na zona rural da cidade satélite de Planaltina.
         O Vale ocupa uma área pertencente ao Governo do Distrito Federal, nela residindo cerca de 5.000 pessoas, em sua maioria famílias carentes, e que professam diferentes crenças e religiões, já contando com templos católicos, evangélicos e de outras linhas, bem como com bares onde servem bebidas alcoólicas, o que contraria as normas da Doutrina.
         Dentre os residentes estão dirigentes da Doutrina do Amanhecer, algumas famílias de médiuns, os que participam da manutenção, do atendimento de emergências no Templo e ocasionais abrigados para tratamento de alcoolismo. Conta, também, com assistência a crianças e adolescentes, nas atividades do “Projeto Casa Grande de Tia Neiva” e de grupos de mestres que se dedicam a essa missão.
         O ponto focal da comunidade é o Templo do Amanhecer, construído em pedra, no formato de uma elipse, com uma área coberta de 2.400 metros quadrados. Distante cerca de 300 metros, existe um conjunto iniciático, construído a céu aberto, chamado Solar dos Médiuns ou Estrela Candente. Nele existem cachoeiras artificiais, um espelho d’água em forma de uma estrela, com raio de 79 metros, lagos, escadarias de pedra e lanchonetes. O conjunto se completa com o Lago de Yemanjá, onde existem as cabalas das 7 Princesas, em que se realiza o Quadrante, uma Lança de Yemanjá e uma Pirâmide.
O Templo do Amanhecer destina-se ao atendimento do público. O trabalho abre, de 2ª feira a sábado, às 10 horas da manhã, e se prolonga até às 10 horas da noite, com plantões chamados de Retiros. O Solar dos Médiuns – a Estrela Candente, funciona todos os dias, com início às 12 horas e 30 minutos, com mais duas consagrações: às 14h 30 e 18h 30.
Há, diante do Templo, uma área reservada ao trabalho de Estrela Sublimação, onde o ritual se faz diariamente às 16 horas, exceto no domingo, quando se realiza às 20 horas, havendo atendimento ao público.
         O Vale dispõe de esgoto e água encanada, eletricidade e linhas de ônibus que o ligam a Planaltina, distante 6 km, e ao Plano Piloto, além de numerosas vans. Possui uma escola primária, dirigida pela Secretaria de Educação do GDF, hotéis e pousadas, restaurantes e lanchonetes, oficinas mecânicas, salões de costura, supermercados, comércio, locadoras de vídeo, e posto da Polícia Militar.
         As atividades diárias do Vale são muito intensas, o dia de trabalho se encerrando altas horas da noite. Para o visitante que vem pela primeira vez, o aspecto é de contraste entre a aparente calma do local e a intensa atividade desenvolvida para amainar o sofrimento dos que, diariamente, procuram o Vale, além do impacto visual de formas e cores, principalmente pelas indumentárias de mestres e ninfas, como são denominados os homens e as mulheres que trabalham nos diversos setores.
De 2ª feira a sábado, às 9h 45 da manhã, uma sirene toca três vezes, convocando para a abertura do Retiro dos Médiuns, obedecendo a uma tradição que é mantida desde 1959. Os que participam do Retiro nesse dia permanecem em plantão até cerca de 10 horas da noite. Cada dia, entretanto, é diferente dos outros. Aos domingos, sempre há programação intensa de instrução e desenvolvimento. Certos dias, principalmente nos fins de semana, vários acontecimentos ritualísticos são executados simultaneamente. Tanto pode acontecer um casamento solene, uma cerimônia de Iniciação, uma festa de aniversário como um velório iniciático por algum médium que tenha desencarnado. Isso, entretanto, sucede sem interrupção do atendimento dos pacientes. Há, também, atendimento aos casos urgentes, que são levados fora do horário normal, principalmente nas madrugadas, e quando, pelo toque da sirene, são convocados médiuns para seu atendimento.
         No Vale só existem duas classes de pessoas: Médiuns e Pacientes, sendo essa a maneira mais simples de conceituar as pessoas sem incorrer no perigo da discriminação.
         Médium é a denominação do antigo paciente que, devido a seus compromissos transcendentais, sentiu necessidade de desenvolver sua mediunidade e participar da Corrente, ou seja, trabalhar mediunicamente. Na verdade, eles representam, apenas, a média de ½% dos freqüentadores, ou seja, dentre cada grupo de 200 pessoas que procuram o Vale, apenas uma tem necessidade de desenvolver sua mediunidade.
         Antes do desencarne de Tia Neiva, após o último cliente se retirar, surgia sempre alguma atividade instrutiva, uma comunicação dos planos espirituais ou uma discussão doutrinária em torno da Clarividente.
Com exceção dos Retiros, da Estrela Sublimação e das Escaladas na Estrela Candente, cujos horários são rígidos, não existem horas marcadas para as coisas que acontecem. As atividades flutuam ao sabor dos acontecimentos. Durante o dia inteiro chegam pessoas em busca de auxílio, cuja natureza varia ao infinito. Os dias típicos que mais caracterizam a vida no Vale são os chamados dias de Trabalho Oficial, às quartas, sábados e domingos. Nesses dias, chegam a trafegar no Vale entre 3 e 4 mil pessoas.
         O Trabalho Oficial começa à 10 horas, com a abertura da Corrente. A partir daí, os médiuns vão se colocando nos seus postos de serviço, na medida em que vão se mediunizando, ou seja, que completam os seus rituais e se sentem prontos para o atendimento. As portas do Templo permanecem abertas e os pacientes vão sendo acomodados nos bancos de pedra, que correm ao longo do Templo, no lado esquerdo de quem entra. O primeiro contato é com os médiuns da Falange dos Recepcionistas. Eles, discretamente, vão acomodando os pacientes e movimentando as filas. Os pacientes sentam e levantam, e vão se aproximando dos Tronos, onde é feito o atendimento individual. Todo o atendimento começa pelos Tronos.
        
Os Tronos são pequenas mesas, com apenas um lado disponível, onde se sentam o Apará (médium de incorporação) e o paciente. Atrás do Apará, permanece de pé o Doutrinador. Este, cuja mediunização torna seus sentidos mais alertas (ao contrário do Apará, que fica semiconsciente), é o responsável por tudo que decorrer no atendimento. Ele acompanha o trabalho do Preto Velho ou do Caboclo, esclarece o paciente, doutrina os sofredores que o Preto Velho puxa do paciente e garante, ao máximo possível, a satisfação do atendido.
         O Apará incorporado permanece com os olhos fechados e apenas entra em contato com o paciente segurando levemente suas mãos ou tocando, na sua cabeça, com a ponta dos dedos. Conforme o médium ou a entidade-guia, a linguagem pode ser pouco inteligível para o paciente. Isso, entretanto, não é de muita importância, uma vez que a vocalização é apenas a maneira da entidade entrar em sintonia com o paciente. Quando se torna necessário um conselho ou indicação, o Doutrinador serve de intérprete. Na verdade, o importante não é o que a entidade fala, mas, sim, o que ela faz durante o atendimento. É a manipulação de energias que irá resolver os problemas do consulente, podendo suceder que nem ele saiba, às vezes, quais são eles. Por isso, a comunicação é secundária, principalmente pelos perigos que encerra, devido às possíveis interpretações errôneas ou previsões falhas.
         O freqüentador do Vale do Amanhecer acaba por se habituar a avaliar a autenticidade do trabalho pelo resultado, fato esse de que só ele pode ser o juiz. Se ele chega tenso e cheio de cargas negativas, o Preto Velho as atrai para o Apará. O médium recebe essas cargas e, devido à natureza dessas energias e sua localização no seu plexo solar, ele se contrai. O quadro dessa incorporação é o do médium com o rosto contraído, as mãos crispadas e, às vezes, falando em tom agressivo. Isso tanto pode significar que ele está recebendo a carga magnética do cliente como algum espírito sofredor, um desencarnado ou um obsessor.

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