16 de set de 2016

Quem é Pai Seta Branca



PAI SETA BRANCA

Quem é o Pai Seta Branca?
Conta-se que o Pai Seta Branca chegou na Terra há muitos milênios atrás, liderando um grupo de espíritos habitantes de um planeta chamado Capela, localizado atrás do Sol, cujos moradores eram bastante evoluídos nos planos físico, científico e espiritual.

A esses Capelinos, conhecidos no Vale do Amanhecer como Equitumans, teria cabido a missão de colonizar a Terra e preparar o planeta para as vindouras civilizações.

 De acordo com os escritos de Tia Neiva, eles chegaram na Terra e estabeleceram-se em vários pontos do planeta. Mas, foi principalmente na região dos Andes, nas proximidades do Lago Titicaca que eles viveram por uns 2.000 anos, até desaparecerem repentinamente num cataclismo que atingiu a região provocado pela queda de um corpo celeste, conhecido no Vale como a "estrela candente", que causou eclosões de todo tipo sepultando os Equitumans no fundo Lago, com água e terra, e mudando a topografia do lugar.

O que existe hoje, nas proximidades do Lago Titicaca em Tiahuanaco, são as ruínas e os vestígios de uma antiga civilização e no meio delas pode ser vista uma construção bastante enigmática.

É uma estrutura de pedra esculpida chamada "Porta do Sol" com a figura do deus Viracocha, em destaque na travessa superior, carregando um cetro ou arma na mão direita e um forcado na esquerda, ladeado por um séquito de figuras aladas.

Essa estranha figura central, do deus Viracocha de cabeça retangular contornada por uma auréola de plumas, foi adotada por Tia Neiva, no Vale do Amanhecer, como um dos seus símbolos mais expressivos que é chamado de: o "Jaguar do Amanhecer".

Essa associação, Viracocha-Jaguar, usada apenas no Vale do Amanhecer, é uma referência ao lendário Pai Seta Branca pré-colombiano em sua encarnação distante como o "Grande Jaguar".
         
Após alguns milênios do desaparecimento dos Equitumans, no Lago Titicaca, surge na Terra um outro grupo de espíritos. Eram cientistas e construtores habilidosos que vinham dar continuidade a interrompida "colonização".
Pretendiam, também, criar um novo tipo humano que evoluísse na Terra. Agora conhecidos como Tumuchys, eles se organizaram em grupos missionários e se espalharam por vários pontos do planeta.
O Líder dessa Missão foi, segundo Tia Neiva, o mesmo espírito que já tinha liderado os Equitumans, há milênios atrás, e que mais tarde ficaria conhecido como Pai Seta Branca.
Dizia Tia Neiva que esses tais missionários Tumuchys eram grandes metalúrgicos, hábeis artesãos e arquitetos que trabalhavam a pedra com maestria.
Moviam-se pela superfície do planeta com grande facilidade e, guiados por mapas e maquetes do globo terrestre, construíram grandes e colossais monumentos de pedra por toda a parte.
Muitas dessas colossais construções, como as pirâmides do Sol e da Lua de Teotihuacán, ainda causam assombro, e existem monumentos de acabamento impecável como os antigos Templos de pedra de Machu-Pichu no Peru e as antigas construções da cidade de Cuzco, que foram reaproveitadas mais tarde pelos Incas.
Dizem que esses Tumuchys chegaram a habitar uma grande ilha do Pacífico, a ilha de Omeyocán, que desapareceu numa catástrofe da natureza há milhares de anos atrás, deixando como vestígio a Ilha de Páscoa.
Passados alguns milênios, começaram a surgir próximo à península do Yucatã, no México, os chamados "Jaguares", um grupo de espíritos que vinham buscando evolução na Terra.
Quando se tornaram numerosos se espalharam por toda a região da América Central, formando uma poderosa civilização feita em pedra que dominou as tribos vizinhas por milênios.
Eram espíritos corajosos e disciplinados que ampliavam com ciência e arte o seu império. Muitos dizem que o Pai Seta Branca viveu no meio deles como um líder muito respeitado.

Conta-se também que esses Jaguares cultuavam o símbolo de um felino como é encontrado na praça de Chichén Itzá no México e no topo da pirâmide de Kukulcán, no mesmo local.
Esta última representação assemelha-se ao símbolo estilizado do "Jaguar" que é visto nas paredes do Templo do Vale do Amanhecer e em muitas indumentárias do corpo mediúnico.
Segundo Tia Neiva, com o nascimento de Jesus Cristo veio a instauração de um “Sistema Crístico” que favorecesse a evolução dos espíritos na Terra.

Mas, com o passar dos séculos, os ensinamentos originais de Jesus começaram a se degenerar e na Idade Média a sua "Igreja" já se encontrava praticamente em "ruínas", precisando de restauração.

Novamente por ordem de Jesus, o Pai Seta Branca foi convocado para essa difícil Missão e voltou a Terra, encarnando na Itália no século XII. Nascido numa família rica, certo dia ouviu o chamado do Cristo: "Não vês que minha casa está em ruínas?

Vá, repara-a para mim!" Depois disso, ele se modificou completamente, tornou-se desprendido e amoroso com os pobres e com tudo que o cercava. Desejava ser como o Cristo que viveu pobre toda a sua vida.

Mas, isso lhe trouxe problemas familiares que o levaram a sair de casa, incompreendido, deixando para trás suas roupas e seu dinheiro para "casar-se com a Dama Pobreza", passando a viver de esmolas como verdadeiro Apóstolo itinerante que pregava a paz, o amor fraterno e a livre religiosidade, aos pobres e injustiçados da sociedade medieval, sendo um exemplo vivo de Humildade, Tolerância, Renúncia e Amor, ficando conhecido como São Francisco de Assis.

Nos idos de 1500 volta para a Terra, mais uma vez, esse Mensageiro de Amor para cumprir as causas do Grande Deus.

Vinha para ajudar um grupo retardatário de Jaguares, que viviam no meio de uma tribo indígena Tupinambá. Tornou-se o Cacique Guerreiro desse povo nômade que habitava as imediações dos Andes.

Conta-se que certa vez participou de uma guerra, como aliado dos Incas, contra os invasores espanhóis que chegaram na região com o intuito de dizimar aqueles que alí viviam.

Iluminado por Tupã, evitou com grande sabedoria um iminente derramamento de sangue trazendo paz à região e ficando conhecido como o Cacique Guerreiro da Lança Branca, um lendário chefe pacificador que ensinava a paciência, a humildade e o amor.

Quando aproximou-se a sua morte, como prêmio da tribo, foi lhe presenteado um belo e longo cocar que ainda usa nas suas aparições espirituais. Foi daí que se originou o seu nome atual, Cacique Seta Branca ou Pai Seta Branca, para os médiuns do Vale do Amanhecer.

Na metade do século XX, o Pai Seta Branca, superada a sua faixa encarnatória, procurou contatar a médium clarividente Neiva Chaves Zelaya, para incumbi-la de uma grande Missão, uma "Missão Crística" que ele e seus Ministros traziam para a Terra, sob as ordens de Jesus.

Essa grande Missão, de socorrer a humanidade nestes momentos difíceis de transição de uma Era para outra, se resumiria na Cura Desobsessiva de povos e na criação da figura do Doutrinador, com força cabalística, para doutrinar e encaminhar os espíritos sofredores que perambulavam pelas cercanias da Terra, influenciando negativamente os seus habitantes.

Esses espíritos precisavam ser logo recolhidos e encaminhados para Deus, devido a proximidade do fechamento do Grande Ciclo e da aproximação da Nova Era.

A partir daí, Tia Neiva, como ela ficou conhecida, iniciou em 1959 a sua grande jornada missionária: o desenvolvimento do Doutrinador e a expansão da Cura Desobsessiva.

E, finalmente em 1969 ela começou a estruturação de um grande complexo de construções, para os trabalhos de cura desobsessiva em suas várias modalidades, que hoje ficou conhecido como o Vale do Amanhecer, e que vem se espalhando na forma de Templos do Amanhecer pelo Brasil, e até no Exterior.

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