17 de set. de 2013

LAGO DE YEMANJÁ




Lago de Yemanjá - 1978

Com relação à construção do Lago de Yemanjá, é importante o registro de uma história: Pai Seta Branca pediu a Mãe Yemanjá as forças necessárias para construir o Lago. Porém, ela disse “não”, alegando que Tia Neiva era física e não sustentaria a manutenção do trabalho. Diante disso, Pai Seta Branca afirmou que se responsabilizaria por Tia Neiva. Assim, nossa Mãe pôde buscar no mar as forças de Yemanjá.

Em janeiro de 1978, Tia Neiva, acompanhada de vários mestres e ninfas, levando consigo ainda, a pedido de Mãe Tildes, as 220 crianças do Orfanato, em 4 ônibus e 36 carros, dirige-se à cidade de Prado, na Bahia, de modo a buscar as forças necessárias para a implementação de mais um trabalho a ser manipulado pelo corpo mediúnico.

Em Prado, é realizado o ritual da Estrela Candente em plena praia. Nessa ocasião, lembram com saudades os veteranos, a Clarividente incorporou o espírito de Mãe Yemanjá.

Tia Neiva pretendia ficar em Prado por 15 dias. Porém, com o desencarne de sua mãe, ela antecipa seu retorno, juntamente com Seu Mário, Gilberto e Raul, deixando as crianças sob os cuidados de Albuquerque, Jairo, Carmem Lúcia, Vera Lúcia e Gertrudes. Mas o Lago só começa a ser construído depois que todos voltam de Prado e, com pouco tempo, fica pronto.

O Lago de Yemanjá foi inaugurado no dia 1º de maio de 1978, ano da Consagração dos Adjuntos Rama e Raja, quando estes, de joelhos, pronunciam seus juramentos. Em 1981, Tia Neiva volta a Prado com as crianças e mestres para agradecer as conquistas alcançadas, realizando uma vez mais o ritual.

Construção do lago

Extraído do Livro: Os Símbolos na Doutrina do Vale do Amanhecer
Autora: Carmem Lúcia Zelaya.

12 de set. de 2013

SALVE DEUS




Morro "Salve Deus", Solar dos Médiuns

Cumprimento ou saudação respeitosa, ensinado por Pai Seta Branca e Mãe Yara em 1958. Na Índia, corresponde a Namastê: “o Deus que esta em mim saúda o Deus que está em você!”. Na Doutrina do Amanhecer, um “Salve Deus!” permite com que as Entidades e os Médiuns transmitam o amor de Deus. Trata-se, ainda, de um pedido de licença para entrar ou sair, de um local ou de um Trabalho Espiritual. Tem a intenção de expressar o sagrado que existe dentro de cada Ser.

Tia Neiva afirmava que um “Salve Deus!” é capaz de desintegrar uma força esparsa ou uma corrente negativa.

Extraído do livro: Os Símbolos na Doutrina do Vale do Amanhecer.

6 de set. de 2013

SURIÊ

“Meu filho, esta cruz é a estrutura de um Suriê, que representa Koatay 108. Pode ser colocada na cabeceira da sua cama ou no seu Aledá. Nas hora de necessidade espere, em Cristo Jesus, que ela lhe alcance. Esta cruz só conserva o seu encanto em lugar que haja o seu calor. Ela é um ponto de irradiação das Legiões. Ela é o seu Aledá!” (Tia Neiva) COMPARTILHE NO SEU MURAL

“Meu filho, 
esta cruz é a estrutura de um Suriê, 
que representa Koatay 108. 
Pode ser colocada na cabeceira da sua cama 
ou no seu Aledá. 
Nas hora de necessidade espere, em Cristo Jesus, 
que ela lhe alcance. 
Esta cruz só conserva o seu encanto 
em lugar que haja o seu calor. 
Ela é um ponto de irradiação das Legiões. 
Ela é o seu Aledá!” 
(Tia Neiva)

16 de ago. de 2013

O perispírito e suas modelações


O perispírito e suas modelações 

 Como será o tecido sutil da espiritual roupagem que o homem envergará, sem o corpo de carne, além da morte?

Tão arrojada é a tentativa de transmitir informes sobre a questão aos companheiros encarnado, quão difícil se faria esclarecer à lagarta com respeito ao que será ela depois de vencer a inércia da crisálida.

Colado ao chão ou à folhagem, arrastando-se, pesadamente, o inseto não desconfia que transporta consigo os germes das próprias asas.

O perispírito é, ainda, corpo organizado que, representando o molde fundamental da existência para o homem, subsiste, além do sepulcro, demorando-se na região que lhe é própria, de conformidade com o seu peso específico.

Formado por substâncias químicas que transcendem a série estequiogenética conhecida até agora pela ciência terrena, é aparelhagem de matéria rarefeita, alterando-se, de acordo com o padrão vibratório do campo interno.

Organismo delicado, com extremo poder plástico, modifica-se sob o comando do pensamento.

É necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue conferir.

Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante vestimenta se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo físico, ainda animalizado ou enfermiço.

O progresso mental é o grande doador de renovação ao equipamento do espírito em qualquer plano de evolução.

Note-se, contudo, que não nos reportamos aqui ao aperfeiçoamento interior.

O crescimento intelectual, com intensa capacidade de ação, pode pertencer a inteligências perversas.

Daí a razão de encontrarmos, em grande número, compactas falanges de entidades libertas dos laços fisiológicos, operando nos círculos da perturbação e da crueldade, com admiráveis recursos de modificação nos aspectos em que se exprimem.

Não possuem meios para a ascese imediata, mas dispõem de elementos para dominar no ambiente em que se equilibram.

Não adquiriram, ainda, a verticalidade do Amor que se eleva aos santuários divinos, na conquista da própria sublimação, mas já se iniciaram na horizontalidade da Ciência com que influenciam aqueles que, de algum modo, ainda lhes partilham a posição espiritual.

Os “anjos caídos” não passam de grandes gênios intelectualizados com estreita capacidade de sentir.

Apaixonados, guardam a faculdade de alterar a expressão que lhes é própria, fascinando e vampirizando nos reinos inferiores da natureza.

Entretanto, nada foge à transformação e tudo se ajusta, dentro do Universo, para o geral aproveitamento da vida.

A ignorância dormente é acordada e aguilhoada pela ignorância desperta.

A bondade incipiente é estimulada pela bondade maior.

O perispírito, quanto à forma somática, obedece a leis de gravidade, no plano a que se afina.

Nossos impulsos, emoções, paixões e virtudes nele se expressam fielmente.

Por isso mesmo, durante séculos e séculos nos demoraremos nas esferas da luta carnal ou nas regiões que lhes são fronteiriças, purificando a nossa indumentária e embelezando-a, a fim de preparar, segundo o ensinamento de Jesus, a nossa veste nupcial para o banquete do serviço divino.



Emmanuel

“Roteiro” – Psicografia de Francisco Cândido Xavier

Cartas de Tia Neiva – A Família‏



Cartas  de Tia Neiva – A Família‏

FAMÍLIA

Família é a união de pessoas por vínculos de casamento, parentesco e afinidade, criando histórica e sociologicamente a primeira comunidade – a do lar, campo onde o Homem põe em prática ações nascidas de seus anseios e instintos mais profundos, proporcionando a cada componente familiar a vivência das diversas faces do amor – conjugal, fraternal, condicional e incondicional – através de afeições, racionalidade, instintos, hábitos, solidariedade, gratidão, respeito e responsabilidade. Jesus teve uma família, tendo como pais José e Maria, e como irmãos Tiago, José, Simão e Judas, sendo Jesus o primogênito, como citado nos Evangelhos (Mateus, XIII, 55 a 57). Ainda em Mateus (XII, 46 a 50) nos é relatado que alguém disse a Jesus: “Olha que tua Mãe e teus irmãos estão ali fora e te buscam. E Ele, respondendo ao que lhe falava, disse: Quem é minha Mãe e quem são meus irmãos? E estendendo a mão para seus discípulos, disse: Eis minha Mãe e meus irmãos; porque todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos Céus, esse é meu irmão, e irmã, e Mãe!” A família tem, como início, o casal (*). Geralmente, buscamos a perfeição em outra pessoa, criando uma imagem ideal que se distancia da realidade, uma vez que somos todos humanos e, por conseguinte, temos nossos defeitos e limitações que precisam ser clara e humildemente reconhecidos, não só por nós mesmos como por aqueles que nos amam. Uma grande parte das separações dos casais e, por conseqüência, dissolução das famílias, se deve a essa fantasia que é feita em relação àqueles que se tornam objeto de uma utopia, por parte de seu companheiro ou de sua companheira, e não suportam a visão realista daquelas personalidades e individualidades. Tolerância, humildade e, sobretudo, amor – são as bases sólidas para qualquer convivência. Como a instituição mais antiga da vida humana, a família vem se modificando, atualizando-se pelos modos de pensar, sentir e viver do Homem. Essa marcha se faz na medida da evolução daqueles que compõem uma família, que pode ter duas naturezas:

FAMÍLIA CÁRMICA ou FAMÍLIA BIOLÓGICA: Forma o núcleo de escolaridade da Terra e nenhum espírito pode fugir de suas lições, fonte de reajustes e oportunidades evolutivas das pessoas unidas pela força de fatores transcendentais, espíritos que, pela Lei de Causa e Efeito imperando sobre ações praticadas em encarnações anteriores, se propuseram a evoluir, uns às custas dos outros, cobrando ou resgatando dívidas em jornadas paralelas e muito próximas. Marcadas por conflitos, ingratidões, traições, inveja e cobiça, as jornadas das famílias cármicas são um contínuo processo de evolução. Quando um membro sai e se desliga é porque, na maioria dos casos, resgatou suas dívidas com aquele grupo. Há também aquele que se liga ao membro de outra família, pela união de um casal (*), dando origem a uma nova família, que também prosseguirá com sua marcha evolutiva, pois os laços físicos do sangue não garantem afinidade, harmonia ou amor. Dentro da Lei de Causa e Efeito, um filho vem para se reajustar com seus pais, e pode se tornar um criminoso, assassinar o pai ou a mãe, enveredar pelos negros caminhos do vício e das drogas. Somado ao possível reajuste do casal, vemos que não podemos nos surpreender com tantas famílias desajustadas, onde o ódio entre o casal, entre pais e filhos, entre irmãos, deve ser olhado de modo abrangente, sem julgamento das ações cometidas. As dores, lutas e doenças, a desarmonia e o desequilíbrio fazem parte do processo evolutivo. Cada espírito tem que enfrentar e passar por tudo de acordo com sua consciência, sua sensibilidade e seu amor. Aquele que abandona a família biológica de forma impensada e impulsiva só estará aumentando seus débitos com aquele grupo, e sofrerá as dores e angústias por não ter sabido superar suas provações que ele mesmo pediu em seu plano reencarnatório. Os comuns casos de abandono de idosos por seus familiares, as separações de casais e a indiferença de pais por seus filhos, abandonando crianças mal preparadas para a vida, tudo são frutos da incompreensão e da falta de esclarecimento e consciência desses espíritos fracassados. Dentro da sabedoria divina, quando uma família está com seu carma muito pesado e ameaçando ruir pela fraqueza ou cansaço de seus membros, sempre é colocada a ajuda de um missionário, que encarna no grupo para dar apoio àqueles espíritos. Nos casais, embora raros, existem casos de almas gêmeas que se unem para o resgate de uma dívida comum com seus familiares.

FAMÍLIA ESPIRITUAL – É a que se forma pela sintonia de espíritos, reunidos numa mesma onda vibratória, e que, quando encarnados, se encontram espalhados pela Terra, algumas vezes com dois compondo um núcleo da família biológica, no trabalho de apoio e evolução daqueles espíritos que juntam. Em missões diferentes, há muitos membros de uma família espiritual que não se encontram com outros na Terra. Podemos ter um irmão ou um filho espiritual que está encarnado em outro país, ao qual não encontraremos senão após o desencarne de ambos. A união da família espiritual é tão intensa que ela só parte para suas origens depois que todos os seus membros estiverem reunidos, isto é, não tenham mais débitos a resgatar. Encarnados ou desencarnados, formam pelas vibrações de amor uma poderosa fonte de forças que agem e interagem em seus componentes que, embora em lugares desconhecidos e distantes, são assistidos por elas. Há muitos casos de membros de uma mesma família espiritual que estão juntos numa família biológica, ocasionando as grandes afinidades entre si que podemos ver no relacionamento de pais e filhos, irmãos e primos, que chamam a atenção pela harmonia e compreensão.

· “Pai Seta Branca sempre fala na família com amor, desejando que a família seja, realmente, o ponto de partida do Homem. Vou explicar: duas pessoas se amam após se verem muitas, ou até na primeira vez, e sem procurar realmente dar conta de seus sentimentos, sem considerar seus erros, muitas vezes com sentimentos ruins, com falta de esclarecimento de tudo, se conquistas e se casam. Depois, sempre há erros! E isso faz com que muitos tenham necessidade da separação. Podem ter sentimentos, mas, quando se separam, separam também os filhos. O que Mãe Tildes e Pai Seta Branca falam é sobre as separações por real necessidade. O Homem é consciente dos filhos, e muitas vezes, na maioria, procuram reparar essa separação com coisas materiais, ajudas aos filhos, deles não se esquecendo. Há casos diversos, em que o Homem, muitas vezes, só depois do casamento é que descobre seus verdadeiros sentimentos. Isto é muito natural e muito certo! Mas, na maioria dos casos… Eu perguntei a Mãe Tildes o que acontece nestes casos, em que o Homem, nestes desquites, dá um desgosto tão grande a Deus, qual seria a responsabilidade desse Homem e qual seria a responsabilidade de Deus para com esse Homem. E ela me disse: É, minha filha, a lei que chama o Homem à razão é a mesma que o conduz a Deus. As leis estão obrigando o Homem a dar a metade dos seus honorários para cuidar materialmente dos filhos. Quer dizer: onde o sentimento do Homem não vai, a Lei vai! E, da mesma maneira, conduz ele a Deus, dentro desta Doutrina que nós temos. E, na nossa Doutrina, o Homem tem que ser… As pessoas têm uma doutrina, têm uma religião, têm sentimentos no coração! Sei que nós vamos conseguir tudo. Como já disse a vocês, eu, sozinha, consegui chegar até aqui. Imaginem todos nós juntos! Já podemos contar com um Doutrinador preparado e vamos lhe levar todo o conhecimento e, principalmente, o conhecimento da família, que é o princípio do Homem na Terra. Este é o sentimento mais profundo. A vocês, jovens, vou contar uma conquista, uma coisa que aconteceu comigo um dia. É uma das muitas obras de todo este mestrado. Veio um casal do Rio de Janeiro, que havia visto, pela televisão, nossa consagração do Primeiro de Maio, e que estava se desquitando. Era um casal jovem (vocês, jovens, ouçam bem!). Um rapaz de boa aparência e uma moça bonita, com dois filhos, e começaram a se odiar a ponto dele não poder mais ficar em casa. Desde o nascimento do último filho não mais se toleravam, parecendo que queriam um matar o outro. Ele arranjou uma outra moça, que é uma das coisas mais fáceis para desencaminhar um casamento, e vez por outra vinha ver os filhos. Mas o casal era apaixonado por seus dois filhos. Como ele saíra de casa, os pais da moça foram morar com ela, e aquele casal de velhos também adorava seus netinhos. As duas crianças, uma de cinco anos e outra de três, com quem os pais tinham dívidas a resgatar, passaram a ficar mais com seus avôs. Um dia, os velhos foram fazer uma longa viagem e levaram as crianças, com o consentimento do pai. Na hora das despedidas, o pai e a mãe se encontraram, mas nem se olharam de tanta mágoa. Sem as crianças, os dois entraram em desespero e o sofrimento deles os juntou, principalmente o sofrimento do pai, porque ele começara a odiar a esposa primeira do que ela a ele. Quando viram a reportagem sobre nosso mestrado tiveram a certeza de que nós poderíamos tirar tudo aquilo de seus corações. Vieram e receberam toda a graça aqui! Receberam tanto que já escreveram, contando que estão como se nunca tivessem brigado, como se tivessem casado naquele dia. Eu comecei a me perguntar sobre isto em meus papinhos com Mãe Tildes. Vimos que aqueles dois nunca haviam deixado de se amar, apenas não conheciam seus sentimentos. É bem mais fácil você deixar uma pessoa, deixar de dar uma Doutrina a quem você não gosta, ou pensa que não gosta, e sair, do que dialogar e procurar ver seus sentimentos. Pense nisto, principalmente quem está na Doutrina. Nós estamos aqui para unir, para fazer o Homem ter consciência de seus sentimentos, sentir o que tem em seu coração. Não estamos aqui para adivinhar nem fazer previsões. Mesmo que eu fosse um anjo, se eu adivinhasse todas as coisas mas não tivesse os sentimentos de amor, de caridade, de Mãe, eu não saberia nada! Quero que vocês procurem seus sentimentos em seus lares, vejam o que está certo, vejam o amor que têm no coração e que procurem assimilar, junto de seus companheiros ou companheiras, os nossos princípios. Digo a vocês, com todo o amor, com toda a honestidade, pelos olhos que entreguei a Jesus, que os vejo como meus filhos, como se fossem nascidos de mim. E lhes digo que o sentimento é o primeiro caminho para Deus, é a primeira missão que vocês têm na Terra. Então, vamos começar, nesses planos, a não querer corrigir mas, sim, a levar o sentimento de religião, de amor, o sentimento verdadeiro deste espírito que nos cerca. Não nos preocupemos tanto com as mensagens, mas sim, em primeiro lugar, com nossas famílias, com nosso lar, com o que temos dentro de nós! Depois, então, vamos servir a Deus sobre todas as coisas. Meus filhos, temos tantas maravilhas! Jesus está esperando somente que o Homem se certifique de seus sentimentos…” (Tia Neiva, 27-6-76)


· “Estava na minha frente, para ser consultada, uma bela senhora de cerca de 40 anos, recentemente viúva de um suicida. Junto com ela estavam sua sogra, um jovem aparentando 18 anos – um belo rapaz com um futuro prometedor – e uma jovenzinha me parecendo leviana, porém de bom aspecto. Vi que se tratava de uma família. “Veja o que pode fazer pela minha sogra, Tia Neiva. Vim para consolá-la, porque Lúcio se suicidou e ela está sofrendo muito (Lúcio era filho da anciã). Ela está me dando muito trabalho. Vê se a faz esquecer, faça qualquer coisa que me dê sossego!” “Sim, – disse a anciã – a minha maior dor é saber que meu filho não tem salvação. Foi tão bom!… Não sei como pode fazer isso!” A viúva arrematou depressa e com desprezo pelo marido: “Deixou-nos na pior situação. Enfim, traumatizou todo mundo!” Disse o rapaz: “Sim, Tia Neiva, pelo amor que meu pai tinha por nós não é fácil entender o que ele fez e nem tampouco para mim e minha pobre mãe viver sem ele. Foi horrível o que passei, pois, no fim, ele mostrou que não gostava mesmo era da gente, Tia Neiva. Minha avó, coitada, pensa no quanto ele irá penar. Nisso eu não acredito muito, pois sei que Deus não irá deixar, porque ele era bacana mesmo, compreendia a mim mais do que todo o mundo. Quando eu não estava satisfeito com as coisas da mãe, ele sempre me dizia que o filho que não gosta da mãe nunca se realiza. Era bacana mesmo… Não sei como foi tão fraco!” Depois, ficamos calados, só ouvindo os soluços da vovozinha. São os restos do carma, logo a senhora estará com ele – disse eu com tranquilidade e falando com carinho à pobre sogra. A viúva começou a tagarelar sem parar e sem qualquer sentimento de amor: “Como, Tia Neiva? – falou a anciã – A senhora não entendeu que ele se suicidou? Deu um tiro nos miolos, e agora só Deus sabe por onde anda meu filho!… Meu pobre Lúcio! Não sei. Um homem tão culto… Quis ser médico, e foi. Quis seguir a mesma profissão do pai, pobre pai, pobre marido meu, que Deus o tenha também em bom lugar. Era como Lúcio, seu filho, um homem bom. Morreu do coração. Foi um golpe duro para mim, porém não tão duro como este do meu filho. Sim, Tia Neiva, o meu mal foi ter me casado com outro. Não dei satisfações ao meu Lúcio e este atual marido não combinava com ele. Por causa deste infeliz, Lúcio estava afastado de mim. Lúcio saiu de casa e só voltou quando ele foi embora. Será, Tia Neiva, que foi por isso que ele se suicidou? Guardou toda a vida esta mágoa?” Será que não foi pelos atritos com Lúcio Júnior? – perguntei. “Não, – respondeu a anciã – ele até queria a grande herança de meu marido. Lúcio, coitado, ficou decepcionado comigo. Sempre que podia, me falava: o Homem nunca pode pensar nos defeitos da mãe. Mas ele sempre me beijava, ria e ficava por isso mesmo. Acredito que era só da boca para fora.” Terminado o diálogo, vi que o pobre suicida se fora para evitar desgraça maior, pois o quadro daquela gente era o pior possível! Somente o jovem sofria, pois perdera o pai para se salvar. Chamei o Tiago e recomendei um trabalho. Fiquei observando se Lúcio se manifestava por ali, porém ele não veio. Obsessor? pensei. Fui, então, encontrá-lo no Canal Vermelho. Aproximei-me dele e disse: Estive com sua família, seu filho e sua filha, seus dois filhos. “Só tenho Fernando e Fernanda. O que Fernando pensa de mim? A senhora sabe?” Sei – respondi – bem como também sei o que o levou ao suicídio. “Falou com ele?” perguntou-me desesperado. Não, tenho um juramento na Terra que me obriga a respeitar os sentimentos dos outros e seria incapaz de denunciar alguém. “Fui suicida e, no entanto, aqui, ninguém me condenou por isso.” Sim – disse eu – foi aquilo que eu aprendi: a respeitar os outros. “E minha mãe?” Sua mãe, Lúcio, sentiu e sente a maior dor! “Meu Deus!” gemeu Lúcio. Lúcio, sua mãe optou pelo homem que amou, quando você partiu pela primeira vez, e a mãe não tem porque optar senão pelo próprio filho. “Sim, Tia Neiva, foi horrível no dia que meu padrasto me esbofeteou, na frente de minha mãe, dizendo que ele ou eu ficaria naquela casa, e minha mãe disse que ia me levar para a casa de minha avó, mãe do meu falecido pai. Tive uma decepção tão triste que nunca mais me recuperei, apesar de todo o carinho de minha avó. Minha mãe não me quis, preferiu ficar ao lado do homem a quem amava. Mesmo traumatizado e cheio de tristeza, casei-me. Minha esposa parecia me amar muito. Tivemos dois filhos maravilhosos, Fernando e Fernanda. Tudo corria aparentemente bem. Foi então que entrando na casa de Marcelo, meu maior amigo, ouvi a voz de Edna, minha esposa. Marcelo veio ao meu encontro e perguntei de quem era aquela voz. Ele gaguejou e disse que não era ninguém. Desci e fiquei em frente à casa, até que saíssem. E quem saiu foi ela, a própria Edna! Fiz uma viagem, porém aquilo não saía de minha cabeça, pensando em tudo que um homem traído em seu casamento pode pensar. Ela não se modificou e Marcelo também persistiu no erro. Eu não quis mais ver o que estava acontecendo. Tive vontade de matar os dois, porém decepcionar Fernando com sua própria mãe não era possível. Se eu morresse, ele nunca ficaria sabendo da sua traição. Pensei comigo: se tudo estiver bem para Fernando, espero aqui o que Deus quiser. Deus há de me perdoar por minha pobre incompreensão. Tenho certeza de que, um dia, Deus me perdoará!” É verdade, pensei. Fernando estava sem complexos, vivendo sua vida e amando ainda mais sua mãe. Estávamos bem, quando ouvimos a campainha da chamada. “Está vendo para onde irei?” perguntou-me Lúcio. Você vai para o outro lado deste Canal – respondi. Ele partiu, e soube que tinha ido para reencarnar e pagar na carne o seu erro de se suicidar. E qual a sua pena? Voltará com uma forma de disritmia. Perguntei quem seria sua mãe. Sua mãe será novamente a mesma velhinha, porque rejeitou o direito de criá-lo, fazendo assim seu primeiro trauma, por ter preferido o homem que amava, deixando que ele fosse para a casa de sua avó. O desequilíbrio de uma mãe desajusta uma família. No outro sábado, aquela família voltou para falar comigo e, vendo-os sentados à minha frente, tive vontade de dizer tudo: que tinha me encontrado com Lúcio no Canal Vermelho e que era ela a única responsável pela sua morte. Como sempre me limito, apenas, a proteger, porque entreguei meus olhos a Jesus para nunca escravizar ninguém com palavras ou por insinuações, e muito menos por julgamento. Fico frustrada pensando nas palavras de Pai Seta Branca: ajudar, comunicar sem participar, não dividir nem tomar partido das pessoas!” (Tia Neiva, dez/79)


· “Lembro de algo que Humarran preparou para mim: naquele dia, ia para o sono cultural um jovem que deixara, na Terra, uma complicada cobrança, envolvendo sua enteada, uma jovem mulher, empenhada em dívidas. Era o quadro que eu via, e Humarran me explicou: “A moça já está grávida e agora veremos se vai dar tempo. Seu sono e sua cultura foram muito tristes. Ele teria que voltar quando tivesse sete anos, mas, se tudo corresse bem, poderia voltar até depois de setenta ou oitenta anos.” Por que a enteada? perguntei. “Porque o jovem se apaixonou por ela, fez dívidas e estragou a vida dele, deixando a mulher ‘naquela’ situação.” E que culpa teria a moça para perder seu filho, que é uma dor tão grande? “É que ela alimentava o amor de seu padrasto, perdendo o sentimento pela mãe, não havendo respeito. Já se passaram mais ou menos cinquenta anos da Terra, mas Deus não tem pressa. Eles estão chorando porque aqui sofrem mais e são mais conscientes.” Mas não era esta família que estava na Terra? “Não. Amaro, que é este jovem, já estava endividado com Susana. É a segunda vez que ele volta. Seu pecado é não respeitar sua família. Comporte-se em seu lugar, como Mestre Instrutora.” Não é falta de respeito o comportamento. Estando na Terra, todos podem se libertar uns dos outros sem precisar traumatizar ou cravar uma injúria ou uma falsidade, que é o mesmo que matar fisicamente. E nosso amigo estava devendo anteriormente. Vai e volta, e ninguém lhe ensina nada? “E o sono cultural, filha? Lá é dito tudo o que o Homem precisa saber. Inclusive, vai para um lar decente, com pais que ensinam a moral. Não há necessidade de erros… Todos têm uma oportunidade! Em cada canto tem alguém ensinando alguma coisa.” E em lágrimas e tristezas o nosso personagem se despediu, indo para o sono cultural. Sabe Deus quando voltará. Se tudo der certo, faz sua cobrança e volta. Pensei comigo: o que é bom para um não é bom para outro. E vendo aquele mundo de gente, pensei em um por um deles. Humarran, vendo o meu pensamento, foi logo dizendo: “Sim, as coisas de Deus são assim. Na Terra, todos têm seu encaminhamento e, aqui, muito mais. Veja ali, na Ponta Negra! Olha o Vale Negro, lá embaixo…” (Tia Neiva, 11.9.84)

O APARÁ = VALE DO AMANHECER


Salve Deus

Apara

O médium de incorporação, que sempre existiu sob uma força nativa, recebeu, dentro do Africanismo, uma nova forma: sua força, com a consagração de Nossa Senhora Apará - Nossa Senhora da Conceição - teve a transformação para uma força crística extraordinária, agindo em seu plexo iniciado, com muito maior responsabilidade por ser instrumento da Voz Direta. Naqueles tristes navios negreiros, nas senzalas, a força iniciática trazida pelos Enoques se manifestou de forma grandiosa, atendendo aos negros desesperados através de médiuns que incorporavam entidades de Luz, e que, por isso, passaram a ser denominados,
APARÁS, tanto os mestres como as ninfas. Aos mestres foi dada uma designação especial: AJANÃ, dentro das diferentes condições entre o plexo masculino, positivo, forte para receber projeções e incorporações poderosas, tanto de espíritos evoluídos como os sem Luz, e o plexo feminino, negativo, sensível, apto à manipulação de energias poderosas, intensas, porém suaves. Recebem, também, a denominação de RAIO LUNAR, embora alguns achem que esta só se aplicaria àqueles que estão em condições de incorporar o Pai Seta Branca. Exite, para os Ajanãs, a classificação de QUINTO YURÊ, bem como de Estrelas – Cautanenses e Vancares. Na Doutrina do Amanhecer, ao iniciar suas aulas de Desenvolvimento, o médium tem identificada sua mediunidade. Se é de incorporação – um apará – é feita uma avaliação de como essa capacidade se apresenta, pois pode trazer hábitos e posturas de outras correntes que devam ser minimizados, para que possa trabalhar adequadamente como médium de incorporação da Corrente do Amanhecer, um apará, tendo as condições básicas:

=> Incorporar um sofredor sem fazer muito alarde, sem palavras inconvenientes e sem cair em posições grotescas ou desagradáveis;
=> Incorporar e saber distinguir a emanação do Preto Velho, do Caboclo, do Médico ou de qualquer outra Entidade que se faça presente através dele;
=> Ser suficientemente humilde para trabalhar no Templo, com amor, sempre que for convidado, sem escolher o trabalho ou o comandante;
=> Saber mediunizar-se profundamente, de modo a evitar cansar-se no trabalho, pois, bem mediunizado, não terá noção do tempo nem do calor, ou do frio, nem do que acontece a seu redor.

OS DOIS JOVENS


OS DOIS JOVENS

Tendo completado seu tempo na Terra, uma nobre família voltou aos planos espirituais. Houve muitas festas em comemoração por tão rica passagem. Quando nos referimos a uma “família espiritual” trata-se de muita gente. 
Havia, porém, dois jovens que pertenciam a essa família mas que não participavam dessa alegria: Rúbio e Rúbia, cuja tristeza irradiava, em torno deles, com uma intensidade anormal. Enquanto todos os outros membros da família eram designados e seguiam para suas missões específicas, os dois nada recebiam; chegou a vez deles e o chefe da família tomou as providências que o caso requeria. 
Os dois jovens foram levados ao Grande Aledá Alufã, onde foi feito o diagnóstico: numa passagem na Terra, eram mudos e surdos devido a um grande erro cometido na Guerra dos Cem Anos. Eles haviam se aproveitado dos seus poderes e fizeram atos de espionagem que causaram muito mal. 
Foi muito triste o que aconteceu, pois o casal não podia acompanhar a grande família e seguir o curso normal da vida. Foram, então, levados para o sono cultural (...) 
Foi uma encarnação triste, porque não tinham, na Terra, nenhum parente espiritual, o que resultava na ausência de ideais e alegrias. Nem mesmo o sono cultural curou sua tristeza.
Ainda assim, tiveram um lar feliz e pagaram com amor a sua triste dívida!” 

(Tia Neiva )

29 de jul. de 2013

A CRUZ D0 CAMINHO,HISTORIA E RITUAL


CONVITE ESPECIAL: DIA 11/08/2013 CONVIDO COM -0-// EM CRISTO JESUS PARA O RITUAL DA PRIMEIRA CRUZ DO CAMINHO TEMPLO MÃE, AQUELES QUE PUDEREM NOS AJUDAR NA CORTE... ADJ. MARBÔ MESTRE SALDANHA
CRUZ DO CAMINHO - 39 PERGUNTAS E RESPOSTAS
Quando Lady, a Rainha Exilada, saiu da Grécia, tendo sido poupada sua vida por interferência de Pytia (uma das encarnações de Tia Neiva), como se revive hoje no Turigano, ela foi para um palácio na região do Delta do Nilo, acompanhada por seu marido, o Cavaleiro Reino Central. Ali, se dedicou à cura de todos os necessitados que a procuravam, dando-lhes abrigo, e marcando, na trilha, a entrada para o palácio, com uma cruz. Era a Cruz do Caminho! 

E, para ajudá-la, veio do Egito o grupo de sacerdotisas de Horus. 

Em Delfos, Pytia organizou as primeiras falanges missionárias - Yuricys, Muruaicys e Jaçanãs -, e providenciou para que, na Cruz do Caminho, começassem as Iniciações Dharman Oxinto, que significa A CAMINHO DE DEUS, entregues às sacerdotisas de Horus, que receberam o nome de Missionárias Dharman Oxinto. 

Por isso, na Cruz do Caminho, onde são manipuladas as energias dos Ramsés e do Povo das Águas, as Dharman Oxinto têm lugar de honra e guarda a Mãe Yemanjá. 

Segundo Tia Neiva, a Cruz do Caminho constitui-se no princípio de todos os Sandays, numa revelação do amor incondicional que permite a manipulação de tradicionais espíritos de uma velha dinastia. É algo maravilhoso e sublime, que faz com que daquele Castelo sejam, a cada dia, emitidas mais energia e mais luz! Ele se constitui numa verdadeira estufa de cura. Emite uma potente força giradora, fazendo subir a energia vital e descer a energia extraetérica, com predominância da Lua, mas com a participação do Sol, que chega ao plexo de quem estiver ali trabalhando, fazendo com que o médium possa captar heranças transcendentais. Pela força giradora a energia é emanada pelas vibrações para aqueles que precisam de ajuda, nos lares, nos hospitais, nos asilos, nos presídios e, enfim, onde estiver havendo a necessidade de uma força desobsessiva. 


O Cavaleiro Reino Central, que é o senhor da amacê da Estrela Candente, estruturava a Cruz do Caminho, onde era grande o número de guerreiros e cidadãos comuns, e todos eram espiritualizados e tratados por aquela ciência oculta que ele e sua querida esposa Lady manipulavam, buscando forças em diversos lugares, tais como no Egito e em Delfos, através de elipses e outros portais de forças. 

O Cavaleiro Reino Central se tornou um Grande Iniciado, com imensos poderes. 

Um dia, o casal recebeu a informação de que iriam ter uma nova fase, com a chegada, num futuro próximo, de um jovem par, que iria alterar as coisas na Cruz do Caminho. 

Numa região próxima, uma tropa mercenária estava acampada, sob o comando do Cavaleiro da Lança Vermelha, perto de um reino onde havia uma linda princesa. Ao se encontrarem, o Cavaleiro da Lança Vermelha sentiu que a princesa era sua alma gêmea, e surgiu uma grande paixão entre eles. O rei não concordou com aquele romance, e prendeu a filha no castelo. Fez atacas de ouro e as colocou nos pulsos da princesa, e aquelas atacas eram um pouco diferentes da que são usadas hoje, nesse trabalho, porque possuíam uma extensão que mantinha a princesa permanentemente atada a uma aia ou, para dormir, atada aos pés da cama. 


Angustiado e sentido pelo que faziam com sua amada, o Cavaleiro da Lança Vermelha passou o comando de sua tropa para um capitão de sua confiança, e penetrou no castelo, raptando a princesa, e foram se refugiar na Cruz do Caminho, onde foram recebidos com amor e ternura pelo Cavaleiro Reino Central e sua amada Lady, que sabiam ser a princesa sua filha espiritual. 

Não havia como liberar as atacas da princesa, exceto a extensão, que foi cortada. Mas, mesmo com as atacas, a princesa e o Cavaleiro da Lança Vermelha se dedicaram aos trabalhos da Cruz do Caminho, com amor e ternura, conseguindo grandes realizações. 

Até que, um dia, chegou um componente da tropa do Cavaleiro da Lança Vermelha, pedindo que ele fosse o mais rápido possível socorrer seus companheiros de luta, que estavam passando por grandes necessidades com a falta do comandante. O Cavaleiro da Lança Vermelha partiu rapidamente, mas havia sido uma emboscada preparada pelo rei, pai de sua amada, que com seus guardas o capturou e o executou. 

Mas não chegou qualquer notícia ao Canal Vermelho, onde a princesa estava preocupada com o tempo que já se passava sem qualquer notícia de seu amado. A Espiritualidade bloqueou a verdade, porque, se ela soubesse da morte do Cavaleiro da Lança Vermelha, as suas vibrações o teriam mantido junto a ela. E isso não era do que ele precisava, pois tinha que evoluir em outros planos, portador de imensa força desobsessiva e espírito conquistador, o que o impediam de ficar na Cruz do Caminho. 

E foi o tempo passando, a princesa sempre na dúvida se ele voltaria... O que acontecera? Estava combatendo e se esquecera dela? E continuava seu trabalho, com toda energia e amor, até que, muito mais tarde, chegou o dia em que o Cavaleiro da Lança Vermelha, no plano espiritual, veio recebê-la aqui, e ela partiu, feliz e sem atacas, para a união final e definitiva com seu amor!... 

HISTÓRICO
A Cruz do Caminho representa a missão de Pytia quando partiu de Delfos para Esparta para libertar um casal de Reis subordinados aos Reis de Esparta, que seriam executados por não terem filhos e assim dar lugar a outra dinastia.

Pytia partiu em socorro daquele jovem casal, enfrentando o povo, que não aceitava o Deus Apolo. 

Pelos seus fenômenos atribuídos, lhe foram colocadas atacas e em seguida desafiada pelos Reis que lhe exigiram um fenômeno, demonstrando as suas forças. 

Pytia fez os tambores rufarem, sem que ninguém lhes tocassem. Os Reis concederam clemência aos condenados, e os mesmos partiram para um Castelo solitário, e se dedicaram à cura daqueles que aflitos lhe procuravam. 

Para a identificação do Castelo, foi fincada uma Cruz como identificação. Daí o nome Cruz do Caminho. 

A Cruz do Caminho é um trabalho altamente iniciático, com poderosos cruzamentos de forças curadoras e é realizado na presença de Mãe Yemanjá, Ministros, Médicos de Cura, Sereias e Magos.

TRINTA E NOVE PERGUNTAS E RESPOSTAS

1 - O QUE É UM SANDAY DA CRUZ DO CAMINHO?
É um trabalho altamente iniciático com poderosos cruzamentos de forças curadoras.

2 - QUAIS AS ENTIDADES QUE SE MANIFESTAM?
Mãe Yemanjá, Ministros, Médicos de Cura, Sereias e Magos.

3 - O QUE TEM A VER O ORÁCULO DE DELFOS, APOLO, PYTIA E O FENÔMENO DOS TAMBORES COM A CRUZ DO CAMINHO?
A conversão do povo Espartano, credibilidade dos poderes de Pytia, crença na Espiritualidade, exílio do casal de reis, cruz fincada na encruzilhada.

4 - A PARTIR DE QUE HORA NÃO PODE SER REALIZADO A CRUZ DO CAMINHO?
A partir das 21 horas.

5 - ONDE SE REÚNEM OS MESTRES E A CORTE?
Para iniciar este trabalho devem se reunir no Castelo do Silêncio.

6 - POR QUÊ?
A fim de se mediunizarem, concentrarem, conscientizarem para um perfeito ritual e contagem deste trabalho da Cruz do Caminho.

7 - QUAL A COMPOSIÇÃO DA CRUZ DO CAMINHO?
Duas Yuricys, duas Samaritanas, duas Dharmo-Oxintos, duas Muruaicys, duas Jaçanãs, no mínimo 7 e no máximo 14 pares de Mestres e dois Adjuntos mais os pacientes. Se for possível, Nityamas, Gregas, Mayas e Magos. (Corte).

8 - CASO HAJA SOMENTE UMA NINFA DE CADA FALANGE ACIMA PODE SER FEITO O RITUAL?
Sim.

9 - QUAL A FUNÇÃO DOS DOIS ADJUNTOS?
Um será o Comandante e o outro será o Ariano.

10 - QUEM É A DIVINA?
É a ninfa que vai incorporar Mãe Yemanjá.

11 - QUAL A FUNÇÃO DAS YURICYS?
Além de conduzir a Divina com a mão esquerda, uma fará o Terceiro Sétimo e a outra irá convidar aqueles que farão reverência à Yemanjá.

12 - QUEM COLOCA AS MORSAS?
As Missionárias Jaçanãs.

13 - COMO SÃO CHAMADOS OS RECINTOS INTERNOS DA CRUZ DO CAMINHO?
Aledá, portão de entrada, rampa de subida para o Aledá, portal à direita, portal à esquerda, Seta de Yemanjá, trono de Yemanjá, tronos de incorporação para o batizado.

14 - NA FORMAÇÃO DO CORTEJO DE QUE LADO FICA O ARIANO?
Fica à direita do Comandante.

15 - DURANTE O CORTEJO O QUE ACONTECE NO ALEDÁ EM FRENTE À MESA EVANGÉLICA?
A Yuricy coloca as Atacas na Divina e o Comandante coloca o véu sobre sua cabeça.

 16 - DURANTE O CORTEJO O QUE SE SUCEDERÁ NO ORÁCULO?
O Ariano segura na mão da Divina e a conduzirá ao interior do Oráculo. (Existe uma cadeira apropriada).

17 - QUAL O MANTRA-CHAVE AO SE ENTRAR NO ORÁCULO?
Salve Deus! A minha missão é o meu sacerdócio, Jesus está comigo.

18 - QUEM DISTRIBUI OS PARES NO RECINTO DA CRUZ DO CAMINHO?
O Comandante.

19 - EM QUE MOMENTO AS JAÇANÃS COLOCAM AS MORSAS NOS MESTRES DOUTRINADORES?
Depois que todos estiverem acomodados, inclusive os pacientes na Seta.

20 - EM QUE MOMENTO A DIVINA VEM DO ORÁCULO PARA A CRUZ DO CAMINHO?
Quando a corte vai buscá-la, após o toque da campainha pelo Comandante.

21 - COMO SE PROCESSA A ENERGIA MAGNÉTICA PARA A CURA DESOBSESSIVA DESTE TRABALHO?
Pela invocação do Comandante, na força do Terceiro Sétimo e cruzamento das morsas.

22 - ONDE HÁ A INCORPORAÇÃO DOS MÉDICOS DE CURA?
Nos dois Aparás da Seta.

23 - QUANTOS MINUTOS MANIFESTA A CORRENTE MAGNÉTICA NOS MESTRES LUA?
Por três minutos.

 24 - O QUE DEVE FAZER O COMANDANTE ANTES DA INCORPORAÇÃO DE MÃE YEMANJÁ?
Imediatamente antes de fazer o convite para a incorporação de Mãe Yemanjá, o comandante deve descruzar as atacas da Divina, para facilitar a manipulação das energias, pois essa Entidade abre muito os braços, o que não poderá fazer com as atacas cruzadas. 

25 - EM QUE MOMENTO O COMANDANTE FAZ O CONVITE PARA A PRESENÇA DE MÃE YEMANJÁ?
Após a passagem da corrente magnética.

26 - QUEM FAZ O CANTO DO TERCEIRO SÉTIMO?
A Yuricy, enquanto a outra convida os pacientes e Mestres para se servirem do sal e fazerem reverência à Yemanjá.

27 - O QUE ACONTECE QUANDO SE PASSA EM FRENTE DA MÃE YEMANJÁ?
Tipo uma fotografia, em que Mãe Yemanjá completa a magia do cruzamento das morsas.

28 - QUAIS OS MOMENTOS MAIS MARCANTES DESTE RITUAL?
Colocação das Atacas no Aledá, cultura energética do Oráculo do Pai, cruzamento das morsas e manifestação da corrente magnética, reverência à Yemanjá, a energia do Terceiro Sétimo e a consagração com o vinho.

29 - QUAL O MANTRA QUE ENVOLVE A CRUZ DO CAMINHO EM EFLÚVIOS LUMINOSOS?
O Mantra de Mãe Yara (cantado baixinho) junto com a energia do Terceiro Sétimo.

30 - QUEM PODERÁ PASSAR NESTE TRABALHO?
Quem for orientado pelas Entidades.

31 - QUANTOS BÔNUS VALE A CRUZ DO CAMINHO?
Vale 500 bônus.

32 - QUAIS SÃO OS FARAÓS GUARDIÕES DA CRUZ DO CAMINHO?
Tutancamon e Ramsés.

33 - QUAIS OS TRÊS CAVALEIROS DA LUZ INVOCADOS NO TERCEIRO SÉTIMO?
Cavaleiro da Lança Verde (Cura psíquica), Cavaleiro da Lança Lilás (Cura física) e Cavaleiro da Lança Vermelha (Cura desobsessiva).

34 - NO CANTO DO SEGUNDO TERCEIRO SÉTIMO QUAIS OS POVOS QUE SÃO INVOCADOS?
Povo de Aruanda, Povo de Cachoeira e Povo de Oxosse.

35 - NO CANTO DO SEGUNDO TERCEIRO SÉTIMO TRÊS GRANDES MINISTROS SÃO MENCIONADOS. QUAIS?
Oxalá, Olorum e Obatalá.

36 - O QUE SIGNIFICA ANODAÊ?
É a festa pela realização na Individualidade.

37 - EM QUAL ETAPA DO TERCEIRO SÉTIMO SE ATINGE O ANODAÊ?
No Quinto do Terceiro Sétimo. (As pérolas da Lua e do Sol caem sobre o meu corpo e fortalecem o meu plexo).

38 - EM QUAL ETAPA DO TERCEIRO SÉTIMO NOS ENSINA: "EU SOU AQUELE QUE FALA E CALA QUANDO DEVE"?
No Sexto do Terceiro Sétimo.

39 - O MINISTRO OXUM E O POVO DAS MATAS SÃO LEMBRADOS EM QUAL SÉTIMO?
No Sétimo do Terceiro Sétimo.


CRUZ DO CAMINHO - 39 PERGUNTAS E RESPOSTAS
Quando Lady, a Rainha Exilada, saiu da Grécia, tendo sido poupada sua vida por interferência de Pytia (uma das encarnações de Tia Neiva), como se revive hoje no Turigano, ela foi para um palácio na região do Delta do Nilo, acompanhada por seu marido, o Cavaleiro Reino Central. Ali, se dedicou à cura de todos os necessitados que a procuravam, dando-lhes abrigo, e marcando, na trilha, a entrada para o palácio, com uma cruz. Era a Cruz do Caminho!

E, para ajudá-la, veio do Egito o grupo de sacerdotisas de Horus.

Em Delfos, Pytia organizou as primeiras falanges missionárias - Yuricys, Muruaicys e Jaçanãs -, e providenciou para que, na Cruz do Caminho, começassem as Iniciações Dharman Oxinto, que significa A CAMINHO DE DEUS, entregues às sacerdotisas de Horus, que receberam o nome de Missionárias Dharman Oxinto.

Por isso, na Cruz do Caminho, onde são manipuladas as energias dos Ramsés e do Povo das Águas, as Dharman Oxinto têm lugar de honra e guarda a Mãe Yemanjá.

Segundo Tia Neiva, a Cruz do Caminho constitui-se no princípio de todos os Sandays, numa revelação do amor incondicional que permite a manipulação de tradicionais espíritos de uma velha dinastia. É algo maravilhoso e sublime, que faz com que daquele Castelo sejam, a cada dia, emitidas mais energia e mais luz! Ele se constitui numa verdadeira estufa de cura. Emite uma potente força giradora, fazendo subir a energia vital e descer a energia extraetérica, com predominância da Lua, mas com a participação do Sol, que chega ao plexo de quem estiver ali trabalhando, fazendo com que o médium possa captar heranças transcendentais. Pela força giradora a energia é emanada pelas vibrações para aqueles que precisam de ajuda, nos lares, nos hospitais, nos asilos, nos presídios e, enfim, onde estiver havendo a necessidade de uma força desobsessiva.


O Cavaleiro Reino Central, que é o senhor da amacê da Estrela Candente, estruturava a Cruz do Caminho, onde era grande o número de guerreiros e cidadãos comuns, e todos eram espiritualizados e tratados por aquela ciência oculta que ele e sua querida esposa Lady manipulavam, buscando forças em diversos lugares, tais como no Egito e em Delfos, através de elipses e outros portais de forças.

O Cavaleiro Reino Central se tornou um Grande Iniciado, com imensos poderes.

Um dia, o casal recebeu a informação de que iriam ter uma nova fase, com a chegada, num futuro próximo, de um jovem par, que iria alterar as coisas na Cruz do Caminho.

Numa região próxima, uma tropa mercenária estava acampada, sob o comando do Cavaleiro da Lança Vermelha, perto de um reino onde havia uma linda princesa. Ao se encontrarem, o Cavaleiro da Lança Vermelha sentiu que a princesa era sua alma gêmea, e surgiu uma grande paixão entre eles. O rei não concordou com aquele romance, e prendeu a filha no castelo. Fez atacas de ouro e as colocou nos pulsos da princesa, e aquelas atacas eram um pouco diferentes da que são usadas hoje, nesse trabalho, porque possuíam uma extensão que mantinha a princesa permanentemente atada a uma aia ou, para dormir, atada aos pés da cama.


Angustiado e sentido pelo que faziam com sua amada, o Cavaleiro da Lança Vermelha passou o comando de sua tropa para um capitão de sua confiança, e penetrou no castelo, raptando a princesa, e foram se refugiar na Cruz do Caminho, onde foram recebidos com amor e ternura pelo Cavaleiro Reino Central e sua amada Lady, que sabiam ser a princesa sua filha espiritual.

Não havia como liberar as atacas da princesa, exceto a extensão, que foi cortada. Mas, mesmo com as atacas, a princesa e o Cavaleiro da Lança Vermelha se dedicaram aos trabalhos da Cruz do Caminho, com amor e ternura, conseguindo grandes realizações.

Até que, um dia, chegou um componente da tropa do Cavaleiro da Lança Vermelha, pedindo que ele fosse o mais rápido possível socorrer seus companheiros de luta, que estavam passando por grandes necessidades com a falta do comandante. O Cavaleiro da Lança Vermelha partiu rapidamente, mas havia sido uma emboscada preparada pelo rei, pai de sua amada, que com seus guardas o capturou e o executou.

Mas não chegou qualquer notícia ao Canal Vermelho, onde a princesa estava preocupada com o tempo que já se passava sem qualquer notícia de seu amado. A Espiritualidade bloqueou a verdade, porque, se ela soubesse da morte do Cavaleiro da Lança Vermelha, as suas vibrações o teriam mantido junto a ela. E isso não era do que ele precisava, pois tinha que evoluir em outros planos, portador de imensa força desobsessiva e espírito conquistador, o que o impediam de ficar na Cruz do Caminho.

E foi o tempo passando, a princesa sempre na dúvida se ele voltaria... O que acontecera? Estava combatendo e se esquecera dela? E continuava seu trabalho, com toda energia e amor, até que, muito mais tarde, chegou o dia em que o Cavaleiro da Lança Vermelha, no plano espiritual, veio recebê-la aqui, e ela partiu, feliz e sem atacas, para a união final e definitiva com seu amor!...

HISTÓRICO
A Cruz do Caminho representa a missão de Pytia quando partiu de Delfos para Esparta para libertar um casal de Reis subordinados aos Reis de Esparta, que seriam executados por não terem filhos e assim dar lugar a outra dinastia.

Pytia partiu em socorro daquele jovem casal, enfrentando o povo, que não aceitava o Deus Apolo.

Pelos seus fenômenos atribuídos, lhe foram colocadas atacas e em seguida desafiada pelos Reis que lhe exigiram um fenômeno, demonstrando as suas forças.

Pytia fez os tambores rufarem, sem que ninguém lhes tocassem. Os Reis concederam clemência aos condenados, e os mesmos partiram para um Castelo solitário, e se dedicaram à cura daqueles que aflitos lhe procuravam.

Para a identificação do Castelo, foi fincada uma Cruz como identificação. Daí o nome Cruz do Caminho.

A Cruz do Caminho é um trabalho altamente iniciático, com poderosos cruzamentos de forças curadoras e é realizado na presença de Mãe Yemanjá, Ministros, Médicos de Cura, Sereias e Magos.

TRINTA E NOVE PERGUNTAS E RESPOSTAS

1 - O QUE É UM SANDAY DA CRUZ DO CAMINHO?
É um trabalho altamente iniciático com poderosos cruzamentos de forças curadoras.

2 - QUAIS AS ENTIDADES QUE SE MANIFESTAM?
Mãe Yemanjá, Ministros, Médicos de Cura, Sereias e Magos.

3 - O QUE TEM A VER O ORÁCULO DE DELFOS, APOLO, PYTIA E O FENÔMENO DOS TAMBORES COM A CRUZ DO CAMINHO?
A conversão do povo Espartano, credibilidade dos poderes de Pytia, crença na Espiritualidade, exílio do casal de reis, cruz fincada na encruzilhada.

4 - A PARTIR DE QUE HORA NÃO PODE SER REALIZADO A CRUZ DO CAMINHO?
A partir das 21 horas.

5 - ONDE SE REÚNEM OS MESTRES E A CORTE?
Para iniciar este trabalho devem se reunir no Castelo do Silêncio.

6 - POR QUÊ?
A fim de se mediunizarem, concentrarem, conscientizarem para um perfeito ritual e contagem deste trabalho da Cruz do Caminho.

7 - QUAL A COMPOSIÇÃO DA CRUZ DO CAMINHO?
Duas Yuricys, duas Samaritanas, duas Dharmo-Oxintos, duas Muruaicys, duas Jaçanãs, no mínimo 7 e no máximo 14 pares de Mestres e dois Adjuntos mais os pacientes. Se for possível, Nityamas, Gregas, Mayas e Magos. (Corte).

8 - CASO HAJA SOMENTE UMA NINFA DE CADA FALANGE ACIMA PODE SER FEITO O RITUAL?
Sim.

9 - QUAL A FUNÇÃO DOS DOIS ADJUNTOS?
Um será o Comandante e o outro será o Ariano.

10 - QUEM É A DIVINA?
É a ninfa que vai incorporar Mãe Yemanjá.

11 - QUAL A FUNÇÃO DAS YURICYS?
Além de conduzir a Divina com a mão esquerda, uma fará o Terceiro Sétimo e a outra irá convidar aqueles que farão reverência à Yemanjá.

12 - QUEM COLOCA AS MORSAS?
As Missionárias Jaçanãs.

13 - COMO SÃO CHAMADOS OS RECINTOS INTERNOS DA CRUZ DO CAMINHO?
Aledá, portão de entrada, rampa de subida para o Aledá, portal à direita, portal à esquerda, Seta de Yemanjá, trono de Yemanjá, tronos de incorporação para o batizado.

14 - NA FORMAÇÃO DO CORTEJO DE QUE LADO FICA O ARIANO?
Fica à direita do Comandante.

15 - DURANTE O CORTEJO O QUE ACONTECE NO ALEDÁ EM FRENTE À MESA EVANGÉLICA?
A Yuricy coloca as Atacas na Divina e o Comandante coloca o véu sobre sua cabeça.

16 - DURANTE O CORTEJO O QUE SE SUCEDERÁ NO ORÁCULO?
O Ariano segura na mão da Divina e a conduzirá ao interior do Oráculo. (Existe uma cadeira apropriada).

17 - QUAL O MANTRA-CHAVE AO SE ENTRAR NO ORÁCULO?
Salve Deus! A minha missão é o meu sacerdócio, Jesus está comigo.

18 - QUEM DISTRIBUI OS PARES NO RECINTO DA CRUZ DO CAMINHO?
O Comandante.

19 - EM QUE MOMENTO AS JAÇANÃS COLOCAM AS MORSAS NOS MESTRES DOUTRINADORES?
Depois que todos estiverem acomodados, inclusive os pacientes na Seta.

20 - EM QUE MOMENTO A DIVINA VEM DO ORÁCULO PARA A CRUZ DO CAMINHO?
Quando a corte vai buscá-la, após o toque da campainha pelo Comandante.

21 - COMO SE PROCESSA A ENERGIA MAGNÉTICA PARA A CURA DESOBSESSIVA DESTE TRABALHO?
Pela invocação do Comandante, na força do Terceiro Sétimo e cruzamento das morsas.

22 - ONDE HÁ A INCORPORAÇÃO DOS MÉDICOS DE CURA?
Nos dois Aparás da Seta.

23 - QUANTOS MINUTOS MANIFESTA A CORRENTE MAGNÉTICA NOS MESTRES LUA?
Por três minutos.

24 - O QUE DEVE FAZER O COMANDANTE ANTES DA INCORPORAÇÃO DE MÃE YEMANJÁ?
Imediatamente antes de fazer o convite para a incorporação de Mãe Yemanjá, o comandante deve descruzar as atacas da Divina, para facilitar a manipulação das energias, pois essa Entidade abre muito os braços, o que não poderá fazer com as atacas cruzadas.

25 - EM QUE MOMENTO O COMANDANTE FAZ O CONVITE PARA A PRESENÇA DE MÃE YEMANJÁ?
Após a passagem da corrente magnética.

26 - QUEM FAZ O CANTO DO TERCEIRO SÉTIMO?
A Yuricy, enquanto a outra convida os pacientes e Mestres para se servirem do sal e fazerem reverência à Yemanjá.

27 - O QUE ACONTECE QUANDO SE PASSA EM FRENTE DA MÃE YEMANJÁ?
Tipo uma fotografia, em que Mãe Yemanjá completa a magia do cruzamento das morsas.

28 - QUAIS OS MOMENTOS MAIS MARCANTES DESTE RITUAL?
Colocação das Atacas no Aledá, cultura energética do Oráculo do Pai, cruzamento das morsas e manifestação da corrente magnética, reverência à Yemanjá, a energia do Terceiro Sétimo e a consagração com o vinho.

29 - QUAL O MANTRA QUE ENVOLVE A CRUZ DO CAMINHO EM EFLÚVIOS LUMINOSOS?
O Mantra de Mãe Yara (cantado baixinho) junto com a energia do Terceiro Sétimo.

30 - QUEM PODERÁ PASSAR NESTE TRABALHO?
Quem for orientado pelas Entidades.

31 - QUANTOS BÔNUS VALE A CRUZ DO CAMINHO?
Vale 500 bônus.

32 - QUAIS SÃO OS FARAÓS GUARDIÕES DA CRUZ DO CAMINHO?
Tutancamon e Ramsés.

33 - QUAIS OS TRÊS CAVALEIROS DA LUZ INVOCADOS NO TERCEIRO SÉTIMO?
Cavaleiro da Lança Verde (Cura psíquica), Cavaleiro da Lança Lilás (Cura física) e Cavaleiro da Lança Vermelha (Cura desobsessiva).

34 - NO CANTO DO SEGUNDO TERCEIRO SÉTIMO QUAIS OS POVOS QUE SÃO INVOCADOS?
Povo de Aruanda, Povo de Cachoeira e Povo de Oxosse.

35 - NO CANTO DO SEGUNDO TERCEIRO SÉTIMO TRÊS GRANDES MINISTROS SÃO MENCIONADOS. QUAIS?
Oxalá, Olorum e Obatalá.

36 - O QUE SIGNIFICA ANODAÊ?
É a festa pela realização na Individualidade.

37 - EM QUAL ETAPA DO TERCEIRO SÉTIMO SE ATINGE O ANODAÊ?
No Quinto do Terceiro Sétimo. (As pérolas da Lua e do Sol caem sobre o meu corpo e fortalecem o meu plexo).

38 - EM QUAL ETAPA DO TERCEIRO SÉTIMO NOS ENSINA: "EU SOU AQUELE QUE FALA E CALA QUANDO DEVE"?
No Sexto do Terceiro Sétimo.

39 - O MINISTRO OXUM E O POVO DAS MATAS SÃO LEMBRADOS EM QUAL SÉTIMO?
No Sétimo do Terceiro Sétimo.

11 de jul. de 2013

ADJUNTO YURICY,KOATAY 108



MINHA FILHA E MINHA NINFA JAGUAR, 
ADJUNTO YURICY, KOATAY-108; 
HERDEIRO TRIADA HARPASIUS, 7° RAIO ADJURAÇÃO 

ARCANOS RAMA 2.000, MESTRE EDELVES.


O Adjunto Yuricy Koatay-108, MESTRE EDELVES, 

é na contagem hierárquica igual e se posiciona junto aos outros 
Adjuntos Koatay-108, Arcanos, Rama 2.000, 
nos seus direitos e deveres, pois fizeram o mesmo 
juramento e têm a mesma Lei.



A ninfa Adjuração Mestre EDELVES, representa o Ministro YURICY, 

a força, o amor e a ternura, É um Adjunto Maior, que pode e deve 
agir por si, na individualidade, de acordo com a 
Lei do Adjunto Koatay-108 ARCANOS Rama 2.0OO. 

É uma mestre ligada aos grandes desenvolvimentos.


A Ninfa Adjuração Mestre EDELVES, Adjunto Yuricy, 

não depende da Falange das Yuricys, 
estas sim, é que dependem e devem estar harmonizadas 
com seu Adjunto Yuricy. 

Carta de Tia Neiva, 08 de outubro de 1985.

MÃE TILDES

Mãe Tildes é uma grande Missionária, um Espírito de Luz que assume a roupagem de simples Preta Velha, na humildade de escrava que foi no congá de Zefa, no Sul da Bahia, onde exerceu plenamente as atividades doutrinárias, buscando harmonizar as forças iniciáticas daqueles espíritos já interligados pelas origens de nossa Corrente que para ali foram, atraídos por suas faixas cármicas e por suas missões.

Foi uma defensora da libertação dos escravos, para isso tendo que usar muitos dos conhecimentos sobre o transcendental daqueles senhores de engenho e sinhazinhas, buscando aliviar seus carmas e induzindo-os a se lançarem na Lei do Auxílio.

É considerada a Padroeira do Lar, por seu amor e sábios conselhos para manter a união e a harmonia de casais e da família, nos atendendo em nossas complicações sentimentais e nos ajudando nos momentos difíceis de nossas vidas, cuidando com muita ternura das crianças.

 Alma gêmea de Pai João de Enoque, veio com ele em diversas encarnações, especialmente quando do deslocamento das raízes africanas realizado pelos escravos que vieram para o Brasil Colônia.


Mãe Tildes é uma grande Missionária, um Espírito de Luz 
que assume a roupagem de simples Preta Velha, 
na humildade de escrava que foi no congá de Zefa, 
no Sul da Bahia, onde exerceu plenamente as 
atividades doutrinárias, buscando harmonizar 
as forças iniciáticas daqueles espíritos já interligados 
pelas origens de nossa Corrente que para ali foram, 
atraídos por suas faixas cármicas e por suas missões.

Foi uma defensora da libertação dos escravos, 
para isso tendo que usar muitos dos conhecimentos 
sobre o transcendental daqueles senhores de engenho 
e sinhazinhas, buscando aliviar seus carmas 
e induzindo-os a se lançarem na Lei do Auxílio.

É considerada a Padroeira do Lar, por seu amor 
e sábios conselhos para manter a união e a harmonia 
de casais e da família, nos atendendo em nossas 
complicações sentimentais e nos ajudando 
nos momentos difíceis de nossas vidas, 
cuidando com muita ternura das crianças.

Alma gêmea de Pai João de Enoque, 
veio com ele em diversas encarnações, 
especialmente quando do deslocamento 
das raízes africanas realizado pelos escravos 
que vieram para o Brasil Colônia.

10 de jul. de 2013

NASCIMENTO E DESENCARNE



 “No desencarne acontece o mesmo que no nascimento: exige cuidados médicos dos dois planos. (...)

Aplicando todos os recursos, na tentativa de salvar o paciente, os médicos da Terra curam muita coisa antes que o paciente morra. Muita dor e sofrimento são, assim, poupados. O paciente que morre bem assistido chega ao outro lado com muito menos trauma e muito menos defeitos no seu perispírito.
Na verdade, embora os médicos da Terra não saibam disso, eles trabalham sempre em equipe com os médicos espirituais, cada um atuando no seu plano. Ambas as equipes, uma sabendo e a outra sem saber, obedecem aos ditames da Lei Cármica, e o paciente desencarna no momento previsto.
Todo desencarne é feito antes da morte física. Quando chega a hora, os Mentores e Guias tomam as providências necessárias e o “parto” para o outro lado tem início.

Geralmente, dura de três a quatro horas. Mas, não existem dois desencarnes iguais. Cada caso exige atenção especial. (...)

Muitas vezes a pessoa está dirigindo calmamente seu carro e seu desencarne já está sendo feito. Logo adiante, o carro capota e ela morre, às vezes inexplicavelmente. Isso mostra, inclusive, porque certas pessoas saem vivas de desastres terríveis e outras morrem de uma simples batida.
” (Tia Neiva – “Sob os Olhos da Clarividente”

24 de mai. de 2013



CHARME OU CENTELHA DIVINA

            Se existe um assunto delicado,  Complexo e ao mesmo tempo cativante é sobre o Charme.
            Para podermos falar sobre esse assunto é necessário algumas considerações, o que é, o que representa e qual é sua função.
            Para ciência, oficialmente o ser humano é composto de células perfeitamente organizadas funcionalmente e regido pelo cérebro. Então temos no ser humano um sistema biológico físico e outro emocional ou psicológico.
            Para nossa doutrina além desses dois aspectos temos ainda a alma, o períspirito e o espirito. Sendo que o ser o humano além do sistema físico e psicológico há outro ainda mais importante que é  o espiritual.
            A ciência diz que os seres vieram de uma longa caminhada evolutiva. Há algumas linhas de pensamento que atribui essa evolução de descarga cósmicas, cujas centelhas elétricas deram origem ao Acido-Ribonucleico contido nos vírus, e o ácido desoxirribonucleico que formam o DNA elemento orgânico que contem as informações dos seres e que são passados de gerações a gerações no processo evolutivo. Das formas amebianas ao  homem de Pequim,  Sinantrophus pekineneses  há aproximadamente 400.000 a 800.00 anos de Cristo, também chamado de homem erectus; essa cadeia Darwiniana se rompe no que a ciência chama de Elo perdido que é  justamente a definição do ponto que limita o ser humano  dos primatas. Do homo sapiens.
                Fugindo a essa questão cientifica nossa doutrina nos diz que nossa história, enquanto seres conscientes, (diga-se consciência de ser e estar) data de aproximadamente 32000 anos, onde coincidentemente a mesma ciência fala do homem de Neandertal. Nesta época seres vindos de Capela chegaram ao planeta terra para fazer a cultura dos habitantes que aqui haviam. Porém esses seres não tinham o terceiro plexo, ou plexo físico. No conhecimento que esses seres tinham foi necessário constitui-los desse plexo físico. Vieram equipados com um plexo físico adaptado para as condições severas do planeta e seus habitantes. Tanto animais quanto seres humanos que aqui haviam.
                Houve  uma miscigenação entre essas raças  a qual fez com que os Capelinos perdessem suas heranças celestiais e assumem as humanas ou terráqueas. Na Gênese de Moisés encontramos uma referencia desse fato:
                “E Viram os filhos de Deus , que as filhas dos homens eram formosas, e tomaram para si de todas que escolheram, lhe nasceram filhos, que são os gigantes ou Neflins da antiguidade”.
                Então o Charme ou Centelha Divina como elemento acolhedor de informações que dão origem a personalidade é tão antigo quanto o ser humano.
                Segundo Tia Neiva, enquanto o individuo está encarnado o charme está localizado logo abaixo da pele e  ele sustenta o homem. Durante a vida do homem o charme retém as informações  de sua existências, suas atitudes , se boas ou más. Após o desencarne o charme ou centelha divina não volta a sua origem. Bo local onde o homem é enterrado ele paira por cima da sepultura como se fosse uma névoa branca. Se as ações daquele homem foram boas, os médicos do espaço a utilizam para a cura. Também quando alguém passa por onde a pessoa viveu  e recebe uma cura a própria espiritualidade atesta aquela cura, pois é a afirmação que aquela pessoa soube manipulas suas forças ou charme.
                É através desse charme que os  nossos cobradores nos encontram e é realizado o reajuste. Em cada encarnação o ser humano acumula informações e experiências na sua jornada na busca da evolução de seu espirito. Cada encarnação é conduzindo pelo espirito essas experiências da personalidade. Como afirmava o primeiro Mestre Sol Trino Tumuchy, a alma é a sede de nossas emoções. A alma, a psique, pisicossoma, acumula informações a partir do nascimento. No quarto mês de gestação a centelha divina. O Charme é “soldado” ao feto, ali estão registradas todas as informações necessárias para que o espirito cumpra aquela encarnação. A espiritualidade criou um mecanismo perfeito para essa cobrança. Por isso, num período de oitenta a oitenta dias, muda se a roupagem do encarnado, ou seja, ele vive uma de suas vinte uma encarnações, permitindo assim, que ele faça o reajuste cármico ou transcendental com cada espirito que ele feriu ou ferido.
                Quando falamos em charme estamos falando o mesmo que heranças transcendentais, e são as consagrações que nos permite alcançar essas heranças. Porém sem o charme e os plexos seria impossível alcançar a realização e os reajustes transcendentais. Desses plexos, o plexo vital emite energia para alimentação e sustentação dos outros dois... Micro e macro plexo.
                A Alma ou micro plexo é a sede dos sentimentos, ela recebe e emite as vibrações, registras as emoções. A alma recebe, alberga e emite a individualidade transcendente e é através da alma que reside o centro de nossas decisões. Tem força imensa e é atraída pelas coisas materiais.
            O macro plexo é o molde espiritual que dá forma ao espirito, ele determina a roupagem é condutor das energias que migram entre a alma e o espirito. O macro plexo guarda todas as informações adquiridas pelo plexo físico e o micro plexo. Poderíamos fazer uma analogia comparativa dizendo que A alma seria as velas do navio, o corpo físico toda a estrutura física do navio e macro plexo ou períspirito o leme e o timão. É intocável, atua na linha evolutiva da razão.
            Muito embora, haja três plexos, como no exemplo acima, reagem e atuam em conjunto. O corpo humano é um organismo biológico constituído por estrutura celulares orgânicas revestidos de uma alma (micro plexo) e do períspirito (macro plexo), o plexo físico é deteriorável, porém, os outros dois são formados por uma estrutura morfológica etérica, cuja constituição  livres das amarras do corpo físico caminham sem espaço e sem tempo. O espirito sofredor tem seu macro plexo apagado segundo Tia Neiva.
            Terminando: O charme é colocado a partir do terceiro mês de gestação e fica ligado ao encarnado até que a missão do ser neste terceiro plano esteja concluída,quando os médicos do espaço cortam essa ligação. O corpo físico sem a assistência ou energia desta centelha divina definha e deixa de ser funcionar ,cessando o que chamamos de vida orgânica . Num ciclo continuo, não eterno conduz o espirito a sua origem evolutiva colonizada.
            Gilmar